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novembro 30, 2008

Dia a dia (SP)

dia-a-dia-sras

 

dia-a-dia-praca

Dia a dia (BA)

dia-a-dia-ssa

dia-a-dia-comercio

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Fotos

novembro 30, 2008

Entrada do Terreiro Vodun Zo (BA)

terreiro

Entrada do Templo Budista (SP)

templo-budista

Imagem de Iemanjá no Terreiro Vodun Zo (BA)

iemanja

Imagem de Buda (SP)

buda

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Logomarca

novembro 30, 2008

A arte gráfica da nossa exposição foi feita por um amigo muito legal: Márcio Lima.

 Arte

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Referências

novembro 30, 2008

FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. Rio de Janeiro. Record, 2001.

GUIMARÃES, Laís de Barros Monteiro. História dos bairros de São Paulo: Liberdade. Prefeitura Municipal de São Paulo. Secretaria Municipal de Cultura.

MATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001, 12ª Ed.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, 2ª Ed.

KEENE, Martin. Fotojornalismo: Guia Profissional. Lisboa.Ed. Dinalivros, 2002

ZAUNETTI, Rose; REAL, Elizabeth; MARTINS, Nelson. Fotográfo: O olhar, a técnica e o trabalho. et al. Rio de Janeiro.Ed. Senac Nacional, 2004  

Sites

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_(Salvador)> Acessado em 07 de Setembro de 2008. Portugal.

<http://www.sampa.art.br/bairros/liberdade/> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<http:// www.culturajaponesa.com.br> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<http://www.sampa.art.br/bairros/liberdade/historia/> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<http://www.sotozen.oreg.br/atividades/obon.htm> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<http://coloniabrasil.sites.uol.com.br/fj7.html> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.sp.br.emb-japan.go.jp> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.sp.br.emb-japan.go.jp> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.jetro.go.jp> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.camaradojapao.org.br> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.bunkyo.org.br> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.abeuni.org.br> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<www.kenren.org.br> Acessado em 10 de setembro de 2008. São Paulo.

<http://www.dicionarioderuas.com.br> Acessado em 18 de novembro de 2008. São Paulo.

<http://www.educacional.com.br/reportagens/sp450/textovpsliberdade.asp> Acessado em 18 de novembro de 2008.

<http://sindipan.org.br/old_site/revistas/ip751/Liberdade.html> Acessado em 18 de novembro de 2008. São Paulo.

<http://www.klickeducacao.com.br/2006/conteudo/pagina/0,6313,POR-2534-20609-,00.html> Acessado em 18 de novembro de 2008.

<http://www.ajorb.com.br/hb-outros%20bairros.htm> Acessado em 18 de novembro de 2008. São Paulo.

<http://www.proximaviagem.com.br/revista/100/textos/1956/> Acessado em 18 de novembro de 2008. São Paulo.

<http://www.fjsp.org.br/guia/index.htm> Acessado em 18 de novembro de 2008. São Paulo.

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_(Salvador)> Acessado em 15 de setembro de 2008.

<http://www.emtursa.ba.gov.br/Template.asp?IdEntidade=5070&Nivel=000500010841> Acessado em 15 de setembro de 2008.

<http://www.cidteixeira.com.br/Template.asp?nivel=00030004&identidade=26> Acessado em 20 de setembro de 2008.

http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=7&cod_polo=37> Acessado em 20 de setembro de 2008.

<http://www.cidteixeira.com.br/Template.asp?Nivel=00030007&IdEntidade=187> Acessado em 12 de outubro de 2008

<http://www.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3112&Itemid=67> Acessado em 12 de outubro de 2008

<http://wikimapia.org/3688603/Liberdade-Distrito-de-Salvador> Acessado em 12 de outubro de 2008.

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Referencial teórico

novembro 30, 2008

MATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001. 12ª Ed. 

“O Brasil com ‘b’ maiúsculo é país, cultura, local geográfico, fronteira e território reconhecidos internacionalmente, e também é casa, pedaço de chão calçado com o calor de nossos corpos, memória e consciência de um lugar com o qual se tem uma ligação especial, única, totalmente sagrada”. (Pgs. 11 e 12). 

“A variedade de experiências religiosas brasileiras é ampla e limitada. Ampla porque ao Catolicismo Romano e às várias denominações Protestantes, somam-se outras variedades de religiões Ocidentais e Orientais. Limitada porque essas formas mais diversas coexistem tendo como ponto focal a idéia de relação e a possibilidade de comunicação entre homens e deuses, homens e espíritos, homens e ancestrais”. (Pg. 114). 

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo.  Companhia das letras, 2002. 2ª Edição. 19ª reimpressão.

“Apesar de seu papel como agente cultural ter sido mais passivo do que ativo, o negro teve uma importância crucial, tanto por sua presença como a massa trabalhadora que produziu quase tudo que aqui se fez, como por sua introdução sorrateira mas tenaz e continuada, que remarcou o amálgama racial e cultural brasileira com suas cores mais fortes”. (Pg. 114) 

“Os primeiros contingentes de negros foram introduzidos no Brasil nos últimos anos da primeira metade do século XVI, talvez em 1538. Eram pouco numerosos porém, como se deduz pelas dificuldades que têm os historiadores em documentar esses primeiros ingressos”.

(Pg. 160) 

“Com efeito, no Brasil, as classes ricas e as pobres se separam umas das outras por distâncias sociais e culturais quase tão grandes quanto as que medeiam entre povos distintos. Ao vigor físico, à longevidade, à beleza dos poucos situados no ápice – como expressão do usufruto da riqueza social – se contrapõe a fraqueza, a enfermidade, o envelhecimento precoce, a feiúra da imensa maioria – expressão da penúria em que vivem. Ao traço refinado, à inteligência – enquanto reflexo da instrução –, aos costumes patrícios e cosmopolitas dos dominadores, corresponde o traço rude, o saber vulgar, a ignorância e os hábitos arcaicos dos dominados”. (Pg. 210) 

FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. Rio de Janeiro. Record, 2001. 

“A formação brasileira foi beneficiada pelo melhor da cultura negra da África, absorvendo elementos por assim dizer que faltaram na mesma proporção ao Sul dos Estados Unidos”.

(Pg. 358) 

“Os escravos vindos das áreas de cultura negra mais adiantada foram um elemento ativo, criador, e quase que se pode acrescentar nobre na colonização do Brasil; degradados apenas pela sua condição de escravos. Longe de terem sido apenas animais de tração e operários de enxada, a serviço da agricultura, desempenharam uma função civilizadora. Foram a mão direita da formação agrária brasileira, os índios, sob certo ponto de vista, os portugueses, a mão esquerda”.

(Pg. 364)

     

“Exatamente como nos jejuns maometanos da Bahia, que Manoel Querino descreve, celebrados na mesma semana das festas que a Igreja dedica ao Espírito Santo. Nas festas de Anselmo quando uma mulher termina a dança, passa o pano amarelo a outra, que, de pescoço envolvido, continua a dançar. Noutras sitas africanas, temos visto panos vermelhos. Com funções evidentemente místicas. E entre seus adeptos com entre os devotos da Igreja, à mística das cores se associarem promessas a santos”.

(Pgs. 368 e 369) 

“Alias é curioso notar que até o fim do século XIX deu-se o repatriamento de haúças e nagôs libertos da Bahia para a África; que gegês libertos repatriados fundaram em Andra uma Cidade com o nome de Porto Seguro. Tão íntimas chegaram a ser as relações da Bahia com cidades africanas que chefes de casas comerciais de Salvador receberam distinções honoríficas de Daomé”.

(Pg. 369) 

“Vinte anos que cobrem

as décadas de [1930] e [1940] têm um significado profundo para a comunidade

japonesa no Brasil. Foram anos difíceis para os imigrantes japoneses, perseguidos por

circunstâncias tanto internas quanto externas ao país. Foram vinte anos durante os quais se pode afirmar que os japoneses enfrentaram não só problemas pela

diferenciação racial, cultural e social, mas também problemas políticos”

(SAKURAI, 1995: 30). 

 

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Ficha técnica

novembro 30, 2008

Edcleuza: Pesquisa sobre a história da Liberdade de São Paulo e de Salvador, levantamento bibliográfico sobre o tema do TCC, fotografias da Liberdade de Salvador, Feira do Japão e Festival Japonês em Salvador, participação na elaboração do trabalho escrito, organização e ornamentação da exposição. 

Rosana: Pesquisa sobre a história da Liberdade de São Paulo e de Salvador, levantamento bibliográfico sobre o tema do TCC, fotografias da Liberdade de São Paulo, Feira do Japão e do Grupo Kodo, elaboração e revisão do trabalho escrito, seleção de fotos, ornamentação da exposição e elaboração da apresentação em data show. 

Rose: Levantamento histórico do bairro da Liberdade de Salvador e de São Paulo, levantamento bibliográfico sobre o tema do TCC, fotografias da Liberdade de Salvador, participação na elaboração do trabalho escrito, organização da exposição, confecção de marca, camisas e ornamentação. 

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Conclusão

novembro 30, 2008

Embora os bairros tenham povos de diferentes etnias, nota-se que muito da história destes bairros possui semelhanças entre si. Além de possuírem o mesmo nome, que é uma homenagem à Independência do Brasil, os dois bairros possuem características muito singulares como:

  • Bairro ter sido palco de importantes fatos históricos;
  • Composição geográfica como relevo e solo parecidos (antigas fazendas transformadas em residências e comércios);
  • Imigração para o país para servir de mão de obra nas plantações e fazendas;
  • A esperança de ter uma vida melhor após a independência (abolição da escravatura e a saída das fazendas e cafezais);
  • Diversidade cultural e religiosa no local;
  • Semelhanças na forma de dar oferendas aos deuses da religião pátria;
  • A criação de jornais para divulgar as novidades do bairro;
  • Existência de associações culturais que perpetuam a cultura de origem;
  • Uma feira intitulada de “Feira do Japão” em Salvador;
  • A presença de artesanatos, berimbaus, acarajés e carrancas em alguns locais do bairro em São Paulo;
  • Largos e praças utilizados para realização de eventos culturais;
  • Instalação de comércios para garantir o sustento;
  • Local de visita obrigatória aos turistas que desejam aprender e visitar as entidades que divulgam as culturas;
  • Ruas estreitas e muito movimentadas;
  • Além de provar que, essas duas etnias após sofrerem tanto, conseguiram deixar e permanecer o legado cultural e histórico de suas raízes.

 

Já as diferenças são mais notadas em particularidades como o tipo de deus cultuado, a forma de se relacionar com as pessoas (timidez X espontaneidade), a organização e o rigor dos japoneses em tudo o que fazem, a displicência em Salvador, dentre outros.

Esperamos que este trabalho contribua para uma visão mais abrangente sobre os dois bairros. Que desperte a curiosidade de perceber as semelhanças e diferenças destes povos de culturas tão ricas. Que através do olhar fotográfico captado por nós, seja acrescentado algo em cada visitante da exposição ou quem lê este material escrito.